O pastor Miguel (pseudônimo) enfrentou intensa perseguição em Cuba, incluindo mais de 50 interrogatórios pelas autoridades ao longo de 20 anos de ministério. Após sua conversão aos 16 anos, ele começou a evangelizar, o que resultou em ameaças e assédio por parte do governo.

Além dos interrogatórios, Miguel e sua família foram constantemente monitorados, e agentes do governo infiltraram-se em sua igreja. Em um caso notável, um desses espiões acabou se convertendo ao cristianismo.
Devido à crescente perseguição, Miguel e sua família deixaram o país, mas ele continua apoiando os cristãos cubanos e espera retornar um dia para praticar sua fé em liberdade.
Com informações do portal Portas Abertas