Você conhece o motivo que não deixa os líderes evangélicos pregarem sobre o arrebatamento e a volta de Cristo?

Já se ouve por aí muitas reclamações acerca dos sermões pregados nas igrejas contemporâneas, e tais reclamações, cobertas de razão é claro, trazem a tona uma profecia e um motivo pelo qual não se prega mais a volta de Cristo em nossos dias.

Vivemos em tempos difíceis, onde a apostasia e a profanação da fé se alastraram de tal forma, que alguns irmãos na fé têm até mesmo vergonha de dizer que fazem parte ‘da igreja’, o que é uma lástima.

Como se já não bastasse as igrejas brasileira imputando o dízimo sobre os lombos dos fiéis, já houveram casos onde “falsos líderes” pediram o “trízimo”, que no caso são três dízimos de uma só vez. Parece piada ou brincadeira, mas não é!

Ele fala em devolução, mas devolução de quê? DEUS não imputa esse fardo sobre sua igreja.

Vejam o que diz Paulo: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. (2 Coríntios 9:7) 

Para os cristãos cabem às ofertas voluntárias, e não a ordenança e obrigatoriedade do dízimo, nem mesmo de “trízimo”.

Reparem que o pastor pede para colocarem uma música melancólica de fundo para que os fiéis se sensibilizem com a cara de “cão pedinte” do falso apóstolo.

E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte. (Isaías 56:11) 

Mas vocês já devem ter percebido o motivo pelo qual eu vos trouxe até aqui nesse texto.

Por que líderes não pregam sobre o arrebatamento e a volta de CRISTO? A resposta é muito simples: Porque não é rentável para eles. Simples assim. Todas as mensagens na maioria das igrejas são voltadas para bênçãos financeiras, para que o povo fique disperso sem conhecimento da verdade, e doe o que eles pedirem, para que eles tenham uma vida de luxo e conforto. Essa é a realidade das igrejas contemporâneas; pregarem prosperidade ao invés de mostrarem o cenário que o mundo se encontra, e assim contextualizar sobre a volta de CRISTO.

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